terça-feira, 6 de maio de 2014

NUNCA DESISTA (MOTIVAÇÃO I)




Esta história eu li em um livro que muito me edificou, chamado PAI INTELIGENTE INFLUENCIA O FILHO ADOLESCENTE . Esta mensagem me faz refletir o quanto nossos ensinamentos podem influenciar nossos filhos no futuro assim como as pessoas ao nosso redor.

No dia 19 de fevereiro de 1979, um pequeno avião bateu nas montanhas de São Gabriel, no Sul da Califórnia, Estados Unidos. Esse acontecimento desencadeou uma dramática história de morte, coragem e sobrevivência.

Os quatro passageiros de Cessna 172 eram o piloto, uma jovem mulher, um advogado e seu filho.
O piloto e o advogado morreram instantaneamente no momento do choque da aeronave com a montanha. Entre os destroços, o filho tentou reanimar e acordar seu pai, até se dar conta que ele estava morto.
Além do menino, a jovem também sobrevivera. Ambos, então, procuraram um lugar para abrigar-se e aquecer-se do rigor de uma temperatura bem abaixo de 0°.
Durante sete horas, eles esperaram por socorro, cada vez mais gelados e desesperados. Finalmente, decidiram aventurar-se a descer a montanha escarpada para não morrerem congelados. Logo no início da descida, a jovem escorregou e despencou de um precipício de 120m de altura direto para a morte.
O menino ficou só. A montanha parecia ainda maior e mais perigosa. Ele estava com muito frio, com fome e ensanguentado, pois se machucara na queda do avião. Além de ferido, sentia bastante medo e tristeza. Não muito longe dali, em meio aos destroços, seu pai estava morto. Não havia mais ninguém. Eram apenas ele, a montanha e o frio cortante. O que fazer?
Muitos meninos da idade dele teriam desistido. Ele não! Começou a descer a aquela montanha hostil escorregando, metro por metro, até suas roupas virarem trapos. Mesmo com a mão fraturada, segurava um pedaço de pau que servia como uma espécie de freio para controlar a velocidade da descida.
Por volta de cinco horas da tarde do mesmo dia, o garoto foi encontrado perto de uma vila, no pé da montanha, praticamente inconsciente e quase congelado. Ele estava muito machucado, debilitado, quase inconsciente, mas vivo.
Antes de receber alta do hospital para onde fora levado naquelas condições precárias, o garoto participou de uma entrevista coletiva com a imprensa, na qual foi bombardeado pelas perguntas dos repórteres.
- Como você reuniu forças e coragem? – perguntaram
- Você sentiu em algum momento que queria desistir? – queria saber outro repórter.
A resposta do garoto foi simples e direta:
 - Estou vivo hoje por que meu pai me ensinou a nunca desistir.



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